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Parques do Grupo Cataratas unidos pela conservação e bem-estar animal!

O Dia da Defesa da Fauna, comemorado hoje, 22 de setembro, busca chamar a atenção da população para a perda da fauna. O Brasil é o país de maior biodiversidade no mundo e nosso grande desafio é conservar essa riqueza e reverter essa perda. 

Nós do Grupo Cataratas, através dos nossos parques,  realizamos e apoiamos projetos e pesquisas para a conservação e mantemos nosso grande propósito em garantir o bem-estar animal.

Não é atoa que o Aquário Marinho do Rio  é a 1ª instituição no Brasil a ter a Certificação em Bem-Estar Animal, concedida pela Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB) em associação com a Wild Welfare Worldwide, entidade britânica que atua na promoção do bem-estar animal em aquários e zoológicos do mundo. Além disso, o BioParque do Rio já é amplamente conhecido por seu novo conceito de zoológico, tornando-se um Centro de Conservação da Biodiversidade, atuando em prol da conservação em parceria com as principais instituições de pesquisa e universidades do país

E não para por aí! As Cataratas do IguaçuPaineiras Corcovado não ficam de fora dessa. Vem com a gente saber mais!

Projetos e Pesquisas para a Conservação 

Refauna

Através do Instituto Conhecer para Conservar, em parceria com o projeto Refauna. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com o apoio do BioParque do Rio, desenvolvem o Projeto Refauna – Reintrodução de Fauna e Restabelecimento de Interações Ecológicas na Mata Atlântica. O projeto já reintroduziu diversas espécies nativas da Mata Atlântica como antas e cutias.

Em 2018 e 2019, por exemplo, foram reintroduzidas as cutias no Parque Nacional da Tijuca, próximo à área de atuação da Paineiras CorcovadoConfira o resultado dessa reintrodução!

Onças do Iguaçu 

As Cataratas do Iguaçu é uma das parceiras no projeto Onças do Iguaçu, que tem como objetivo conservar a onça-pintada como espécie chave para a manutenção da biodiversidade da região do Parque Nacional do Iguaçu.

Pesquisa com Corais

Nos oceanos, os corais são espécies chave para a sobrevivência da maioria dos organismos marinhos. E, devido aos efeitos das mudanças climáticas, eles vêm experimentando momentos críticos ao longo das últimas décadas.

Essa pesquisa inédita, que utiliza probióticos para reverter o processo de branqueamento dos corais, une esforços de cientistas brasileiros do AquaRio e da UFRJ, em prol da conservação e da proteção dos recifes de corais. Eles utilizam técnicas de aplicação de micro organismos vivos com propriedades benéficas em corais que estejam ameaçados pelo processo de branqueamento e outras doenças.

Apadrinhamento de espécies ameaçadas de extinção

O AquaRio e o BioParque já foram nomeados pela AZAB como padrinhos de espécies que sofrem risco de extinção. Isso significa que somos responsáveis pela conservação desses animais. 

Nosso trabalho é feito de modo a proporcionar ambientes propícios para a sua sobrevivência e reprodução. Posteriormente essas espécies poderão ser reintroduzidas na natureza. Muito legal, né?

Macaco-prego-do-peito-amarelo 

Em 2019, o BioParque do Rio foi nomeado padrinho do macaco-prego-do-peito-amarelo, sendo responsável por sua conservação. Essa espécie é muito importante para o equilíbrio dos ecossistemas devido aos seus hábitos alimentares. Infelizmente, hoje estima-se que existam apenas em torno de 3 mil a 5 mil indivíduos dessa espécie no Brasil. Saiba mais clicando aqui!

Tubarão lixa 

O AquaRio foi o escolhido para apadrinhar o tubarão lixa, um tubarão da espécie Ginglymostoma cirratum que é conhecido também como lambaru, umbaru ou tubarão-enfermeiro. Comum na costa brasileira esta espécie já não é mais encontrada em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, principalmente devido à sobrepesca. Lá no AquaRio são encontrados 3 animais deles: a Sharon, o Boi e o Mirim! Saiba mais!

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